segunda-feira, 29 de junho de 2009

flores mortas
muros, portões
e insones
a ferrugem não dorme
neste ferro-velho mundo
dos homens
(inédito, 15082007)

¯ - Sigur Rós - njósnavélin aka untitled #4

6 comentários:

Eliane disse...

Esse é um retrato vivo de hj em dia...Homens descartados em ferros velhos;é uma boa...
Bjs.

Diego Gonçalves Amaral disse...

um oxidado repouso...uma morada final e noite e noites de insonia, pra levar ao inesperado.

bj

No Tri Buenas: A Arte de Desaparecer

Jeanine Will disse...

Nani,
pois é, parece que tudo o mais é reciclável e a gente parece que não.
Beijos!

Jeanine Will disse...

Diego,
um oxidado repouso, parece coisa de ponteiro aposentado. Gostei disso.
Bjos!

Wellington Felix disse...

Ola Jeanine, obrigado pela visita, ainda bem que voce voltou!



nesse poema de imagens tristes, revela-se nossa realidade medonha, é tanto lixo, aja reciclagem!, para se obter o humano

Jeanine Will disse...

Wellington,
reciclar é o verbo!
Haja conjugação.
=]

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